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Goiânia, 18 de Setembro de 2018

Formação - Os cristãos e as danças

Os cristãos e as danças

Os cristãos e as danças
 
 
“As danças são a ruína das almas, o inverso da decência, um espetáculo desavergonhado e uma profissão pública do crime” (Santo Agostinho)
 
 
 
 
 
 
 
 
Há sempre alguém que vem me dizer: “Padre, que mal existe em uma pessoa se divertir um pouco? Em não faço mal a ninguém... Se eu não puder sequer dançar um pouco, eu estarei passando a minha vida nesse mundo como se fosse um morto”.
 
 
 
Você também me diz que eu nunca conseguirei quebrar a sua resistência, a ponto de fazê-lo acreditar que existe algum mal em divertir-se dançando. Você não quer mesmo acreditar que existe algum mal nisso, não é verdade?
 
 
 
Santo Agostinho tem boas razões em dizer que um homem faria melhor coisa em passar o dia inteiro trabalhando na terra e as garotas, tecendo, do que irem para esses encontros dançantes. O mal seria bem menor.
 
 
 
Você acha que estou falando demais? Então ouça o que os Santos Padres da Igreja dizem a esse respeito! São Efraim diz-nos que a dança é a perdição de moças e mulheres, a cegueira dos homens, o lamento dos anjos e a alegria dos demônios. Meu Deus! Será que alguém que possui olhos tão enfeitiçados a ponto de acreditar que não existe mal nenhum nisso, enquanto essa é a corda com a qual o demônio arrasta a maioria das almas para o inferno? Então continuem, sigam em frente, cegos e perdidos! Sigam desprezando o que seu pastor está dizendo para vocês! Continuem no caminho que vocês estão seguindo! Ouçam tudo e não tirem proveito de nada! Deixem entrar por um ouvido e sair pelo outro!
 
 
Santo Agostinho diz-nos que aqueles que frequentam bailes, verdadeiramente renunciam a Jesus Cristo para poderem entregar ao demônio. Ele nos diz que “as danças são a ruína das almas, o inverso da decência, um espetáculo desavergonhado e uma profissão pública do crime”. São Efraim chama as danças de: “ruína da boa moral e alimento do vício”. Já São Crisóstomo: “uma escola pública da falta de castidade”. “Para Tertuliano, a dança era considerada: O Templo de Vênus, O Consistório da falta de vergonha e a cidadela de toda depravação”. Santo Ambrósio disse uma vez: uma mãe verdadeiramente cristã ensinaria à sua filha a modéstia, um sentido adequado de vergonha e absolutamente nada a respeito de danças.
 
 
 
São Carlos Borromeo, o Arcebispo de Milão, dizia que deveriam ser dados três anos de penitência àqueles cristãos que frequentassem bailes e mais, que se voltassem atrás, deveriam ser ameaçados com a excomunhão. Então se é verdade que não existe nenhum mal nisso, será que a Igreja e os Santos Padres é que estariam errados?
 

Data: 16/08/2018

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