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Goiânia, 14 de Dezembro de 2019

Formação - O QUE É, EXATAMENTE, O CASAMENTO AOS OLHOS DA IGREJA CATÓLICA?

O QUE É, EXATAMENTE, O CASAMENTO AOS OLHOS DA IGREJA CATÓLICA?

O QUE É, EXATAMENTE, O CASAMENTO AOS OLHOS DA IGREJA CATÓLICA?
 
 
Começaremos com uma definição básica, parafraseando um ensinamento do Concílio Vaticano II e do direito canônico, e depois explicaremos cada um de seus pontos:
 
 
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O casamento é a comunhão íntima, exclusiva e indissolúvel de vida e amor que, entra através do homem e da mulher, se insere no desígnio do Criador, para o seu próprio bem e para a procriação e educação dos filhos; essa aliança entre os batizados foi elevada à dignidade de sacramento por Cristo, o Senhor.
 
 
 
Comunhão íntima de vida e de amor. O casamento é a mais próxima e mais íntima das amizades humanas. Requer a partilha da vida inteira de uma pessoa com o seu cônjuge. O casamento pede uma entrega mútua tão íntima e completa que os dois esposos se tornam "uma só carne", embora sem perder sua individualidade como pessoas.
 
 
 
Exclusiva. Por ser uma entrega mútua de duas pessoas entre si, essa união íntima exclui a possibilidade de uma união semelhante com outra pessoa. Demanda fidelidade total dos cônjuges. Essa exclusividade é essencial também para o bem dos filhos do casal.
 
 
 
Indissolubilidade. Marido e mulher não se unem por causa de emoções passageiras ou meras inclinações eróticas que, buscadas de forma egoísta, rapidamente desaparecem. Eles são unidos por Deus num vínculo de amor indestrutível através de um ato firme e irrevogável de consentimento. Para os batizados, esse vínculo é selado pelo Espírito Santo e, uma vez consumado, se torna absolutamente indissolúvel. Portanto, a Igreja não ensina que o divórcio é errado, mas que o divórcio - no sentido de dissolver um casamento válido - é impossível, independentemente do estado civil do casamento.
 
 
 
Através do homem e da mulher. O fato de diversos governos em todo o mundo afirmarem agora que pessoas do mesmo sexo são aptas para se casar apenas serve para ressaltar como está difundida a confusão sobre a natureza, o significado e os requisitos do amor conjugal. No mundo moderno nos tornamos cegos para o significado da diferença sexual. Ainda assim, quando as agendas pessoais ou sociais são colocadas de lado, qualquer pessoa objetiva é capaz de reconhecer que há algo que um homem e uma mulher são projetados para fazer juntos, que dois homens ou duas mulheres simplesmente não conseguem. Esse algo (a capacidade de se envolver no ato projetado por Deus para gerar uma nova vida) é a própria essência do casamento. Quando entendemos isso, também entendemos por que os que não têm a capacidade de se envolver nesse ato não podem se casar.
 
 
 
Se insere no desígnio do Criador. Deus é o Autor do casamento. Ele colocou o chamado ao casamento em nosso ser ao nos criar homem e mulher. O casamento é regido por suas leis, fielmente transmitidas por sua Esposa, a Igreja. Para que o casamento possa ser o que deve ser, é preciso que esteja de acordo com essas leis. Seres humanos, portanto, não são livres para mudar o significado e o propósito do casamento.
 
 
 
Para o seu próprio bem. "Não é bom que o homem esteja só" (Gn 2,18). Portanto, é para o seu próprio bem, seu próprio benefício, enriquecimento e, por fim, sua salvação, que o homem e a mulher unem suas vidas na aliança do casamento. O casamento é a expressão mais básica (mas não a única) da vocação para o amor que todo homem e mulher possuem como pessoas criadas à imagem de Deus.
 
 
 
E para a procriação e educação dos filhos. Os padres do Concílio Vaticano II declararam: Por sua própria índole, a instituição matrimonial e o amor conjugal estão ordenados para a procriação e educação da prole, que constitui como que a sua coroa. Os filhos não são acrescentados ao casamento e ao amor conjugal, mas brotam do próprio coração da doação mútua dos cônjuges, como seu fruto e realização. A exclusão intencional de filhos, portanto, contradiz a própria natureza e finalidade do casamento.
 
 
 
Aliança. O casamento não é apenas um contrato entre um homem e uma mulher, mas uma aliança sagrada. Deus criou o casamento para refletir e participar da sua própria aliança com seu povo. Portanto, a aliança conjugal chama os esposos a participar do amor livre, total, fiel e fecundo de Deus. Ao contrário de algumas tendências de pensamento, a recente ênfase que a Igreja deu ao casamento como sendo uma aliança não exclui a ideia de que o casamento é também um contrato. É verdade que uma aliança vai além dos direitos e responsabilidades garantidos por alguns contratos e fornece uma estrutura mais forte e sagrada para o casamento, mas o direito canônico propositalmente ainda continua usando os dois termos para descrever o casamento. À dignidade de sacramento. Pela virtude de seu batismo, o casamento entre cônjuges cristãos é um sinal eficaz da união entre Cristo e a Igreja, e como tal é uma fonte de graça. O casamento entre duas pessoas não batizadas, ou de uma pessoa batizada e outra não, é considerado pela Igreja como um casamento "bom e natural", mas não como um sacramento.
 
 
 
"Boas Novas Sobre Sexo e Casamento" - Respostas para as Suas Principais Dúvidas Sobre o Ensinamento Católico / Christopher West.
 
 
 

Data: 26/11/2019

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